domingo, 20 de julho de 2008

Imortal















Não, não estou falando de nenhuma música da Sandy, ou quem sabe do filme jurássico: E.T. de Steven Spielberg, mas sim da tal imortalidade. Criada talvez para contradizer a realística mortalidade do ser humano. Estou falando disso, devido a ontem,já que definitivamente me fez acabar com qualquer resquício de dúvida sobre a vida eterna, ou mais especificadamente da vida material(eterna). É, Dercy Gonçalves morreu, e não pense que mesmo sendo centenária eu fiquei feliz. Ela era não só a minha certeza como também minha referência de vida longa e juventude jamais envelhecida. Da pele várias vezes tocada e retocada por sessões de cirurgia plástica e dificilmente esticada,do qual não tinha mais como esconder sua idade e que ainda sim,levava a vida na sacanagem.Vinda de uma infância sofrida e que nem por isso a deixou uma velha amargurada, como vemos tantos por aí.E mesmo tendo nascido em uma época tradicionalista e arcaica soube renovar sua mentalidade com pensamentos inovadores, palavras chulas e o sarcasmo.É isso que eu mais admiro.
Porque ela era não só espelho, como também reflexo das poucas pessoas sinceras e diretas que já reparei. Não vou falar que conheci, porque não a conheci mesmo, infelizmente.Uma pessoa que dizia não ter medo da morte, talvez seja verdade e talvez por isso que viveu tanto, pois uma pessoa que pensa demasiadamente naquilo é porque busca aquela coisa,logo, fixe na morte e afaste-se da vida. Dos sonhos. Dos ideais.
Procure o medo e encontre-o. Nos meus momentos de pura reflexão acabei criando uma teoria: Não é você pensando numa Ferrari que significa que você terá. Ou quem sabe na casa dos seus sonhos. Estamos muito mais vulneráveis as coisas ruins do que boas, como: medo, morte, depressão, entre outros. Por acaso não está na "vibe" de ficar imaginando lorotas como "Barbie e o lago dos Cisnes" ou "Cinderela"? Sem problemas, só tente não pensar em desgraças antecipadas. No final, você se sentirá um completo imbecil por ter sofrido à toa. E o pior, quando for pra você sofrer, ainda será obrigado a sofrer duas vezes para seu deleite.
Não sei se existe um mundo mágico do outro lado do "portal", se iremos voltar para esse mundo mais de uma vez, ou se vamos nos ver do lado de lá. O que importa é o domingão do Faustão, a segunda da Hebe e por aí vai. E os anos que se passarem, que seja lucro pra gente. No sentido literal da palavra, já que vivemos num mundo basicamente capitalista.


Tenha um ótimo dia!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Praticidade

Sei lá...tava eu com meus botões, ou melhor, pregadores na área de serviço e ai surge a idéia de escrever sobre.
Como as coisas poderiam ser práticass....ai ai, roupas que levitam até seus respectivos varais, ficar musculosa a base de pão, ter uma bunda perfeita ( ou não tê-la em alguns casos), as calças já virem com bainha, os fios de cabelo serem monitorados e colocados no lugar a cada vez que um fio rebelde resolvesse fazer uma manifestação, encontrarmos nossas almas gêmeas através da astrologia, possuir um GPS mental pra não ter que encontrar aquele pé-no-saco,soja ter aparência de chocolate etc. O mundo seria muito mais florido e cor de rosa, mas não, tem que ser azul celeste mesmo. Ando totalmente sem paciência pra escrever, o que será isso meu Deus? Até com preguiça de escrever eu estou...também isso é justificado. Estou com idéias a mil. Tarefas a mil. Então, alguém se candidata a ser meu digitador? Eu contrato, mas assim, cargo só pra adquirir experiência, treinar o português e exercitar os dedos...hahaha. Tem certas coisas que nem o POLISHOP resolve.


Enfim, tudo poderia ser mais prático, mas as pessoas seriam umas amebas ambulantes e a vida não teria sentido nenhum. ( Não que a minha tenha algum sentido, mas tudo bem...rs)

Hoje comprei 2 livros tão batutamente xuxu beleza! =]

Serei prática e breve hoje pessoal, beijinho, beijinho e tchau, tchau...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Rodapé Literário --------->

Dizem que o dicionário é o Pai dos Burros, mas vamos conver que burros mesmo são aqueles que se quer utilizam o dito cujo. A não ser que o "inteligente" goste de palavras como: partiu, já é, já era, créu e adevogado. Aí filhinho, juro e reconheço se precisar em cartório que é muito vocabulário pra uma pessoa só.(risos medonhos)

Humm, como é mesmo aquela...?



terça-feira, 8 de julho de 2008

Paródia - Hit do momento

Cantemos juntos..


Matar pra quê?


Matar pra quê?
Pra que matar?
Mato pra que matar?

Não é legal, é prejudicial
pra que essa arma na mão
Vida foi feita pra ser vivida
Com casos, acasos, afeto e atenção

Quero que todos os despreparados
não usufruem do poder em vão
Não mate meu pai
Não preocupe minha mãe
Pois saiba que rastro de pólvora
não é a solução

Amigo que é amigo
Dá chamada de atenção
Se o ouvido não é dado ao amigo
Deixe que a justiça determine a prisão

Não precisa me oferecer carinho,
ou quem sabe um aperto de mão
Só lembre que aqui também bate um coração:
Tão vermelho e pulsante
como aquele que você atirou ontem sem pretenção.



Um tanto dramático? É, pode até ser. Mas a dramaticidade consiste mesmo no que estamos ouvindo e vendo nas ruas, pois palavras não atingem fisicamente ninguém. Não ainda né...( vai la saber daqui a alguns anos). Já dizia Monteiro Lobato em seus contos infantis que os livros seriam comestíveis. Para palavras tomarem algum tipo de vida pode não estar muito longe. =]